Nº 114 | 1 de Fevereiro de 1926


Deus
I - Motivo dêste ensaio; Deus, entidade antropomorfa - Espírito e Matéria - Deus e o mundo; II - Como o ateu critica o sonho do dualismo; Os fenómenos psíquicos são scientíficamente conhecíveis?; III - A vida: transformação constante; Dependência íntima entre o espírito e a matéria. Todo o fenómeno psíquico corresponde a um dispêndio de energia; Fora da Natureza, nada se pode demonstrar; IV - A ideia de Deus não prova a existência dêle; Deus e a vertical absoluta; V - As hipóteses são teorias não demonstradas. Aceitam-se enquanto não contrariam os factos. Deus antropomorfo é uma hipótese que falhou; VI - É impossível conhecer a natureza íntima das coisas. Essa impossibilidade não confirma o Deus extra-mundano. Pelo contrário: nega-o; VII - Os fenómenos psíquicos estudam-se como todos os outros. A Razão e a Fé. Postulados e dogmas; VIII - A imortalidade da alma, belo tema para literatura... Artigo de fé para os dualistas. A alma, sôpro de Deus; IX - A verdade scientífica é oposta a tôda a fantasmagoria dos que abdicam da sua razão; X - A alma individual e a eternidade da substância; XI - Tudo que principia acaba. A alma não é eterna, pois que tem um principio; XII - Politeismo, triploteismo, anfiteísmo, monoteísmo, modalidades antropísticas que faliram. Porque certos homens de sciência são religiosos; XIII - Panteismo, Materialismo "espiritualizado". Palingenésia. Nirva. Contradições. Deus, X insolúvel. Nem afirmação, nem negação. O que é a verdade. Moral sem Deus. Esta palavra, fonte de mal
Sousa, José Carlos de (1886-1935)

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